Consumir bebidas alcoólicas em excesso, porém, esporádica ou frequentemente, é danoso para a saúde. Se uma pessoa que não bebe nunca vai a uma festa e ingere grande quantidade de bebidas em um curto espaço de tempo, seu organismo não é capaz de metabolizar o álcool ingerido e fica intoxicado. O álcool age em seu córtex cerebral, levando-a da euforia inicial à perda da consciência e até ao estado de coma alcoólico. Pessoas intoxicadas assim perdem muito líquido pelo suor, pela urina e pelo vômito e precisam ser levadas ao pronto-socorro para receber reidratação e recompor os níveis de glicose circulante no sangue. Outra situação preocupante é o consumo frequente, que pode levar à dependência ou ao vício. O excesso em bebidas pode causar ainda gastrite e esofagite. Ao longo do tempo, o fígado também é agredido, causando cirrose, que pode levar o órgão a perder a função. Bebidas alcoólicas em demasia frequentemente provocam também arritmia cardíaca e aumento no volume do próprio coração, com a consequente perda do rendimento cardíaco. Embora estudos apontem para uma relação inversa, entre o consumo moderado e regular de bebidas alcoólicas e o risco de um infarto do miocárdio, esse hábito não deve ser estimulado como medida de prevenção cardiovascular. Hábitos de vida saudável são prioridade nessa prevenção. No Brasil, o hábito de fumar ainda é o principal fator a ser removido para reduzir o risco de infarto. Como se vê, quem é saudável pode consumir uma taça ou outra de boas bebidas. Mas vale a pena ficar atento e, em caso de alguma reação indesejável, procurar seu médico ou os serviços de emergência de um bom hospital.

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